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Saúde e prosperidade

O evangelho da "saúde e prosperidade" e o evangelho do pensamento positivo que vem sendo proclamado em diversas megaigrejas e denominações são evangelhos falsos que estão levando as pessoas a um abismo. 

Ninguém pregaria esse tipo de evangelho em lugares com Darfur, Iraque, ou milhares de outros. 

E se ele não serve para ser pregado nesses lugares, não é o verdadeiro evangelho. 

Precisamos compreender que o plano de Deus para a história humana pode envolver terrível sofrimento para nós, cuja razão ou sentido não podemos esperar enxergar. 

Nossa esperança não está depositada na alegria desse mundo, mas sim no dia em que o Senhor enxugará de nossos olhos toda lágrima.
 

Willian Lane Craig, Em guarda - Defenda a fé cristã com razão e precisão. São Paulo, Editora Vida Nova, 2011, p. 172

07 razões porque devo rejeitar o ensino das sementes de Mike Murdock e Silas Malafaia.

Por Renato Vargens


Há algumas semanas os senhores Silas Malafaia e Mike Murdock ensinaram em um programa de televisão a doutrina das sementes.

Segundo o teólogo da prosperidade Mike Murdock, "dinheiro atrai dinheiro", isto é, quando o crente OFERTA a Deus, (independente da motivação) automaticamente atrai o favor do Senhor lhe trazendo mais dinheiro. Murdock também costuma ensinar que devemos plantar dinheiro para colher mais dinheiro, como se fosse uma lei de semeadura financeira, que ele chama de "lei da semente". Ele também prega a  existência de aproximadamente seis níveis de semeadura. Segundo ele um destes níveis é a semente de mil”. Murdock dá uma significado a certas quantias da semente: “tem havido cinco níveis de colheitas incomuns em minha vida $58, $100, $200, $1000 e $8500. Uma semente de mil dólares quebrou a pobreza em minha vida. Ninguém pode semear estes mil dólares para você." Em outras palavras isso significa “eu quebrei a pobreza com uma semente de mil dólares” façar o mesmo, envie sua oferta que a pobreza será quebrada.

Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Deus não é um tipo de bolsa de valores que quanto mais "investimos" mais dinheiro recebemos. Deus não se submete as nossas barganhas nem tampouco àqueles que pensam que podem manipular o sagrado estabelecendo regras de sucesso pessoal.

Diante do ensino exposto gostaria de trazer sete razões porque não devemos aceitar a doutrina das sementes de Mike Murdock e Silas Malafaia:

1º - A prosperidade financeira pode ser uma benção na vida de um cristão, mas que isso não é uma regra. Deus não tem nenhum compromisso de enriquecer os seus filhos. (Fp 4.10-12)
2º - A prosperidade financeira do cristão se dá mediante o trabalho e não através de barganhas religiosas.
3º - Do ponto de vista bíblico as bênçãos de Deus jamais  poderão ser compradas. Tudo que temos e possuimos vem pela graça de Deus.
4º - Para nós protestantes as Escrituras Sagradas prevalecem sobre quaisquer visões, sonhos ou  revelações que possam surgir ou aparecer. (Mc 13.31)
5º - Para nós  protestantes todas as doutrinas, concepções ideológicas, idéias, projetos ou ministérios devem passar pelo crivo da Palavra de Deus, levando-se em conta sua total revelação em Cristo e no Novo Testamento. (Hb 1.1-2)
6º - Para nós protestantes a Bíblia é a Palavra de Deus e que contém TODA a revelação que Deus julgou necessária para todos os povos, em todos os tempos, não necessitando de revelações posteriores, sejam essas revelações trazidas por anjos, profetas ou quaisquer outras pessoas. (2 Tm 3.16)
7º - O cristão é peregrino nesta terra e, portanto, não tem por ambição  conquistar as riquezas desta terra.  “A pátria do cristão está nos céus, de onde aguardamos a vinda do nosso salvador, Jesus Cristo”. (1 Pe 2.11) 

Pense nisso!

Quer prosperidade?





“Quer prosperidade? Então deve pedir um câncer a Deus”, diz estudioso evangélicoRussell Shedd é um dos maiores “pensadores” da igreja na atualidade. Nasceu na Bolívia, foi criado nos Estados Unidos e tem passagem por diversos outros países como Alemanha, Inglaterra, Portugal, Escócia etc, onde estudou, ministrou palestras ou desenvolveu algum trabalho na obra de Deus. Formou-se em teologia no ano de 1949 pelo Wheaton College, fez mestrado em estudos do novo testamento no Faith Seminary, em Philadephia e aos 25 anos adquiriu o título de Ph.D em Novo Testamento pela Universidade de Edimburgo na Escócia. Casou-se em 1957, e teve 5 filhos. Lecionou na Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Fundou a Editora Vida Nova há mais de 40 anos e atualmente é consultor da Shedd Publicações. Dr. Russel Shedd é também missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil desde 1962. Tem colocado seu pensamento a disposição do público através da boa literatura que não pode faltar na biblioteca de um bom leitor. Entre suas obras publicadas estão A Justiça Social e a Interpretação da Bíblia, Disciplina na Igreja, A Escatologia do Novo Testamento, A Solidariedade da Raça, Justificação, A Oração e o Preparo de líderes cristãos, Fundamentos Bíblicos da Evangelização, Teologia do Desperdício e Criação e Graça: reflexão sobre as revelações de Deus. Além disso, Russel Shedd se notabilizou mormente pelos comentários da Bíblia que leva seu nome na capa: Shedd.

A graça da garça

A arte de pisar na lama sem sujar as vestes....

Uma crítica ácida à lixologia da prosperidade.

Atenção:

Conteúdo reformado
Linguagem calvinista explícita

Temas Cristocêntricos
Fortes referências à Soberania



O Peregrino e a Lixologia da Prosperidade



Abaixo segue um trecho do famoso livro O Peregrino de John Bunyan. Neste capítulo Cristão e Esperança se deparam com Interesse-Próprio e seus companheiros: Apego-ao-Mundo, Amor-ao-Dinheiro e Avareza.

Sugiro fortemente a leitura e aviso:
QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É APENAS COINCIDÊNCIA!

Vi, então, no meu sonho, que Cristão e Esperança o abandonaram, conservando-se ambos a certa distância na sua frente. Um deles, olhando para trás, viu três homens que seguiram Interesse-Próprio, o qual cumprimentou respeitosamente quando eles se aproximaram, recebendo em troca afetuosas saudações. Eram estes três recém-chegados os senhores Apego-ao-Mundo, Amor-ao-Dinheiro e Avareza, antigos conhecidos de Interesse-Próprio, que juntamente com ele freqüentavam a escola do senhor Cobiça, na cidade de Amor-ao-Ganho. Esse sábio professor ensinara-lhes a arte de adquirir, tanto pela violência, pela fraude, pela adulação e pela mentira, como sob o pretexto de religião, e todos os quatro tinham aproveitado com as lições, a ponto de poder qualquer deles tomar sobre si o encargo de reger a escola.
Depois de se haverem saudado reciprocamente, como já disse, Amor-ao-Dinheiro perguntou a Interesse-Próprio quem eram os que iam na frente, pois ainda avistava ao longe Cristão e Esperança.

Interesse-Próprio – São dois habitantes dum país longínquo, que vão peregrinando a seu modo.

Amor-ao-Dinheiro – Que pena é não se terem demorado mais um pouco, para podermos gozar da sua boa companhia, porque todos somos peregrinos!

Interesse-Próprio – É verdade; mas aqueles são tão rígidos, amam tanto as suas idéias, e têm tão pouca consideração pelas de outrem, que, por mais piedoso que seja, ninguém lhes agrada se não pensa como eles, e logo se apartam da sua companhia.

Avareza – Isso é mau; mas há muitos exemplos de pessoas demasiado justas, cuja rigidez os faz julgar e condenar a todos, exceto a si próprias. Quais eram, então, os pontos em que divergiam as suas opiniões?

Interesse-Próprio – Eles asseguram, na sua inflexibilidade, que devem prosseguir em seu caminho contra todos os demais, enquanto eu quero esperar o vento e a maré; eles não duvidam arriscar tudo por Deus, e eu desejo aproveitar-me de todas as ocasiões para assegurar a minha segurança e os meus bens; eles empenham-se em sustentar as suas idéias, ainda que estejam em oposição às de todo o mundo, e eu sigo os preceitos da religião enquanto e até onde permitem os tempos e a minha própria segurança; eles estimam a religião, ainda que seja pobre e desgraçada, eu estimo-a quando ela anda com esplendor e com aplauso.

Apego-ao-Mundo – Tendes vós muita e muita razão. Pela minha parte, considero muito tolo aquele que, podendo guardar o que tem, é tão néscio que o deixa perder. Sejamos sábios como serpentes e ceifemos a erva em tempo próprio. A abelha conserva-se imóvel durante o inverno, e só aparece quando pode reunir o proveito com prazer. Deus manda o sol e a chuva, alternadamente. Se eles querem andar à chuva, deixemo-los, e vamos nós andando com o bom tempo. Pela minha parte, prefiro a religião que seja compatível com a posse e com as dádivas de Deus. Pois se Deus nos concedeu as coisas boas da vida, quem será tão destituído de razão que possa imaginar que o Senhor não quer que as conservemos e guardemos por causa dele? Abraão e Salomão enriqueceram – na sua religião. Jó diz-nos que o homem bom entesourará ouro como pó. Mas, por certo, não seria assim com esses que vão aí adiante, se efetivamente são como vós dizeis.
[...]

Interesse-Próprio – Amigos, pelo que se vê, todos somos peregrinos, e, para melhor nos apartarmos das coisas más, permitam-me que lhes proponha uma questão. Suponhamos que um pastor de almas, ou um comerciante, a quem se apresentasse a ocasião de possuir as boas coisas desta vida, mas que não pudesse alcançá-las de modo algum sem que fizesse, pelo menos na aparência, extraordinariamente zeloso em algum ponto da religião, com que até então se não houvesse importado muito; não lhe será permitido empregar os meios necessários para obter o seu fim, sem por isso deixar de ser homem honrado?

Amor-ao-Dinheiro – Vejo o fundo da vossa questão, e, com o amável consentimento destes cavalheiros, vou dar-vos uma resposta, que considerarei primeiro em relação ao pastor. Imaginemos um homem desta classe, um homem bom, que possui um benefício muito pequeno, e que, na expectativa de outro mais cômodo e mais rendoso, tem ensejo de obter, com a condição de ser mais estudioso, de pregar mais e com maior zelo; apesar das opiniões contrárias, eu não vejo razão alguma para que este homem não possa fazer isso e ainda muito mais, uma vez que tenha ocasião, e sem deixar de ser homem honrado. E por que?
1º) Desejar um benefício melhor é lícito, sem a menor contradição, posto que seja a Providência que o depara; e assim pode obtê-lo se isto está ao seu alcance e não se prende com questões de consciência.
2º) Além do que, o desejo desse benefício torna-o mais estudioso e mais zeloso pregador, obriga-o a cultivar mais o seu talento, tudo o que é, sem dúvida, muito em conformidade com a vontade de Deus.
3º) Quanto a acomodar-se ao caráter do seu povo, deponho em suas asas alguns dos seus princípios, isto supõe: a) que é dotado dum espírito cheio de abnegação; b) de proceder doce e atrativo; c) que é mais apto, portanto, para o ministério pastoral.
4º) Deduzo, pois, que um pastor, que troca um benefício pequeno por outro maior não deve ser alcunhado de avarento. Antes, pelo contrário, deve considerar-se que não faz senão seguir a sua vocação e aproveitar-se da oportunidade de fazer o bem que se lhe depara.
Quanto à segunda parte da questão, isto é, com referência ao negociante, suponhamos que o seu negócio é muito reduzido, mas que, tornando-se religioso, pode melhorar de sorte, encontrando talvez uma esposa rica, ou maior número de fregueses. Quanto a mim não vejo razão alguma para que isto não possa fazer-se com lisura; porque,
1º) tornar-se religioso é uma virtude, qualquer que seja o caminho que se siga para o realizar;
2º) também não é ilícito procurar uma esposa rica ou mais e melhores fregueses;
3º) além do que, o homem que alcança estas coisas fazendo-se religioso, obtém uma coisa boa de outras igualmente boas, e torna-se a si mesmo bom; consegue muitas coisas boas, boa esposa, bons fregueses, bons ganhos, e torna-se bom. Logo, fazer-se religioso para obter todas estas coisas é uma tentação boa e de proveito.

Estas palavras de Amor-ao-Dinheiro foram muito aplaudidas por todos, concluindo-se unanimemente que tal doutrina era sã e vantajosa.
E, como lhes parecia que não podia ser contestada, resolveram apressar o passo para proporem a questão a Cristão e Esperança, [...]
Cristão respondeu nestes termos:

Cristão - Não só eu, mas qualquer novato em religião poderia facilmente responder a mil perguntas como essa; se é ilícito seguir a Cristo por causa dos pães, como se vê em João 6:26, quanto mais abominável será servir-te de Cristo e da religião como meio para conseguir e gozar as coisas do mundo! Só os gentios, os hipócritas, os demônios e os feiticeiros poderão aceitar semelhante opinião.
1°) Os gentios: Quando Hamor e Siquém quiseram possuir as filhas e os gados de Jacó, e viram que não havia outro meio para conseguir senão deixarem-se circuncidar, disseram aos seus companheiros:”Se todos os nossos varões se circuncidarem, como eles fazem, todos os seus gados e toda a sua fazenda serão nossos”. (Leia-se toda a história em Gênesis 34:20-24) O que eles buscavam eram as filhas e os gados de Jacó. A religião era apenas o meio de obterem o seu fim.
2º) Os fariseus hipócritas também foram religiosos deste gosto. Grandes orações eram entre eles o pretexto para devorarem a casa das viúvas, e por isso o resultado foi maior condenação da parte de Deus (Lucas 20:46-47).
3º) Tal era também a religião de Judas. Este demônio era religioso pela bolsa e pelo que ela continha; mas perdeu-se e foi expulso como filho da perdição.
4°) Nesta religião estava também filiado Simão Mago, porque queria possuir o Espírito Santo para ganhar dinheiro; mas recebeu da boca de Pedro a merecida sentença (Atos 8:18-23).
5º) Também não posso deixar de dizer que todo aquele que toma a religião para possuir o mundo, a deixará, se necessário for, para não abandonar este; pois é tão certo que Judas se fez religioso por causa do mundo como é certo que pela mesma causa vendeu sua religião e o seu Senhor. Responder afirmativamente à questão que opusestes, como me parece que vós tendes respondido, e aceitar essa resposta como boa é ser pagão, hipócrita e filho da perdição, e assim a vossa recompensa será condigna com as vossas obras.
Ouvindo este discurso, ficaram os falsos peregrinos sem saber o que haviam de replicar. Então Cristão disse para o seu companheiro: Se estes homens não podem sustentar-se ante a sentença do homem, o que será quando se apresentarem no tribunal de Deus? Se os vasos de barro os fazem calar, o que será quando forem repreendidos pelas chamas dum fogo devorador?

Como disse Spurgeon de Bunyan:
“Fure-o em qualquer parte; e você verá que seu sangue é bíblico,
a própria essência da Bíblia flui dele.
Ele não consegue falar sem citar um texto,
pois sua alma está cheia da Palavra de Deus”

Se você nunca leu O Peregrino sugiro em negrito que leia. Você pode comprar com um aqui com um super-desconto.

Pregação de Prosperidade: Enganosa e Mortífera

Por John Piper. 


Quando leio sobre pregação de prosperidade nas igrejas, minha resposta é: “Se não estivesse dentro do Cristianismo, eu não desejaria estar.” Em outras palavras: se essa é a mensagem de Jesus, não, obrigado!
Atrair as pessoas a Cristo prometendo riqueza é tanto enganoso como mortífero. É enganoso porque quando o próprio Jesus nos chamou, ele disse coisas como: “Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo” (Lucas 14:33). E é mortífero porque o desejo de ser rico faz com que as pessoas caiam “na ruína e perdição” (1 Timóteo 6:19). Assim, aqui está o meu apelo aos pregadores do evangelho.

1. Não desenvolva uma filosofia de ministério que torne difícil as pessoas entrar no céu.
Jesus disse: “Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!” Seus discípulos ficaram estupefatos, como muitos no movimento de “prosperidade” deveriam ficar. Assim, Jesus aumentou ainda mais o assombro deles dizendo: “É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”. Eles responderam em descrença: “Então, quem pode ser salvo?” Jesus disse: “Para os homens é impossível; contudo, não para Deus, porque para Deus tudo é possível” (Marcos 10:23-27). Minha pergunta para os pregadores da prosperidade é: Por que você desejaria desenvolver um foco ministerial que torna difícil as pessoas entrar no céu?
2. Não desenvolva uma filosofia de ministério que atice desejos suicidas nas pessoas.
Paulo disse: “De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (1 Timóteo 6:6-10).
Assim, minha pergunta para os pregadores da prosperidade é: Por que você desejaria desenvolver um ministério que encoraja as pessoas a se atormentarem com muitas dores e se afogarem na ruína e perdição?
3. Não desenvolva uma filosofia de ministério que encoraje a vulnerabilidade à traça e à ferrugem.
Jesus adverte contra o esforço de ajuntar tesouro na terra. Isto é, ele nos manda ser doadores, e não guardiões. “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam” (Mateus 6:19).
Sim, todos nós guardamos algo. Mas dada a nossa tendência inerente em todos nós para com a ambição, por que deveríamos tirar o foco de Jesus e invertê-lo totalmente?
4. Não desenvolva uma filosofia de ministério que faça trabalho duro significar acúmulo de riqueza.
Paulo disse que não deveríamos roubar. A alternativa era trabalhar duro com as nossas próprias mãos. Mas o propósito principal não era meramente acumular ou mesmo ter. O propósito era “ter para dar.” “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado” (Efésios 4:28). Isso não é justificação para ser rico a fim de dar mais. É um chamado para fazer mais e acumular menos, para que possa dar mais. Não há razão pela qual uma pessoa que ganha R$ 500.000,00 por ano deva viver diferentemente de uma pessoa que ganha R$ 200.000,00. Descubra um estilo de vida moderado; corte os seus gastos supérfluos; então, dê o restante.
Por que você desejaria encorajar as pessoas a pensar que elas deveriam possuir riqueza para serem um doador generoso? Por que não encorajá-las a manter suas vidas mais simples e serem um doador ainda mais generoso? Isso não adicionaria à generosidade deles um forte testemunho que Cristo, e não as possessões, é o seu tesouro?
5. Não desenvolva uma filosofia de ministério que promova menos fé na promessa de Deus ser para nós o que o dinheiro não pode ser.
A razão do escritor aos Hebreus nos mandar estarmos contentes com o que temos é que o oposto implica menos fé nas promessas de Deus. Ele diz: “Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13:5-6).
Se a Bíblia nos diz que estarmos contentes com o que temos honra a promessa de Deus nunca nos abandonar, por que desejaríamos ensinar as pessoas a desejarem ser ricas?
6. Não desenvolva uma filosofia de ministério que contribua para que o seu povo fique sufocado até a morte.Jesus adverte que a palavra de Deus, que tem o intento de nos dar vida, pode ser sufocada pelas riquezas. Ele diz que isso é como uma semente que cresce entre espinhos, e é sufocada até a morte: “A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer” (Lucas 8:14).
Por que desejaríamos encorajar as pessoas a buscar a própria coisa que Jesus adverte que nos sufocará até a morte?
7. Não desenvolva uma filosofia de ministério que tire o sabor do sal e coloque a candeia debaixo da vasilha.
O que existe nos cristãos que os torna o sal da terra e a luz do mundo? Não é a riqueza! O desejo e a busca por riqueza têm o mesmíssimo sabor e aparência do mundo. Isso não oferece ao mundo nada diferente daquilo que ele já crê. A grande tragédia da pregação da prosperidade é que uma pessoa não tem que ser espiritualmente vivificada para abraçá-la; a pessoa precisa ser apenas gananciosa. Ficar rico em nome de Jesus não é ser o sal da terra ou a luz do mundo. Nisso, o mundo simplesmente vê um reflexo de si mesmo. E se funciona, eles comprarão.
O contexto do discurso de Jesus nos mostra o que é o sal e a terra. Eles são a disposição alegre de sofrer por Cristo. Aqui está o que Jesus disse: “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós. Vós sois o sal da terra…Vós sois a luz do mundo” (Mateus 5:11-14).
O que fará o mundo provar (o sal) e ver (a luz) de Cristo em nós não é que amamos a riqueza da mesma forma que eles o fazem. Antes, será a disposição e a capacidade dos cristãos amarem os outros mesmo durante o sofrimento, enquanto se regozijam porque a recompensa deles está no céu com Jesus. Isso é inexplicável em termos humanos. É sobrenatural! Mas atrair as pessoas com promessas de prosperidade é simplesmente natural. Essa não é a mensagem de Jesus. Ele não morreu para assegurar isso.

Tradução por Desiring God.
Uma Parte da série Taste & See

 

Via Traducoes evangelicas

Destruindo a Falsa Teologia da Prosperidade


Não é preciso de muito para provar que a teologia da prosperidade é uma mentira! Jesus não prometeu riquezas para ninguém nesse mundo! Muito pelo contrário, nos alertou que seríamos afligidos e sofreríamos pelo seu nome (Mateus 10: 16 ao 22). Jesus prometeu vida eterna para aqueles que se arrependerem de seus pecados e o seguirem (Romanos 6: 23; Mateus 16: 24 ao 25 4: 17). Cristo, quando disse que veio para dar vida em abundância (João 10: 10), se refere à vida eterna e não à prosperidade financeira e às riquezas materiais, como é pregado em certas igrejas.
Em Mateus 19: 29 ao 30 há uma promessa de recompensa: Jesus disse que todo aquele que deixasse sua família por causa de seu nome receberia muitas vezes mais e também a vida eterna. Em algumas versões bíblicas está escrito 100 vezes mais. Essa promessa não foi destinada apenas para eles e sim para todo cristão, principalmente para os missionários, que ainda nos dias de hoje não deixam apenas seus interesses ou atividades de lado, como também dedicam todo o tempo de suas vidas para servir a DEUS, muitas vezes abandonando o emprego e a família por amor ao evangelho. O que é essa recompensa? Receberemos em vida? Os apóstolos e discípulos de Jesus deixaram para trás seus lares e suas famílias, passaram necessidades, foram perseguidos e martirizados (Atos 5: 17 ao 18 7: 59 ao 60). Eles nunca foram ricos ou prósperos financeiramente (Atos 3: 6), pelo contrário, o pouco que tinham dividiam entre os irmãos (Atos 4: 33 ao 35; Provérbios 28: 27 ). Em 2 Coríntios 8: 2 ao 9 fala sobre a oferta arrecadada para os cristãos pobres da Judéia que mesmo passando por tribulações e sendo pobres ofertaram com grande generosidade voluntariamente. A Bíblia não diz que eles receberam em dobro o que ofertaram ou receberiam depois, como também é pregado por aí. Toda oferta deve ser oferecida com amor não esperando receber algo em troca! (Marcos 12: 42 ao 44). A Bíblia diz que em tudo eram mais ricos do que os outros, na fé, na Palavra, no conhecimento e no amor para com o próximo. Eles não passaram a ser, eles eram mais ricos que os outros e eram pobres! O versículo 9 do mesmo capítulo afirma que Jesus era rico e se fez pobre para que nós nos tornássemos ricos por meio da pobreza dele. Jesus Cristo foi rico em vida humana? Não! A riqueza mencionada nessa passagem também não é material! É espiritual, é a vida eterna! Seremos transformados! Todos os salvos desfrutarão de riquezas e não mais passarão necessidades! (Lucas 6: 20 ao 23), Nem fome, nem sede e nem dor alguma (Apocalipse 21: 3 ao 4). Jesus deixou sua glória e se fez servo para cumprir a vontade do Pai (Mateus 20: 28). Jesus se agrada que padeçamos por ele, que sejamos perseguidos e maltratados pelo seu nome (Mateus 5: 11 ao 12).
Mesmo depois de tudo isso você pode se perguntar: e quanto a Abraão, Isaque, Jacó, Davi e Salomão? Eles eram reis de seus povos e também extremamente ricos. Eles foram escolhidos por DEUS para guiar o povo segundo a promessa de DEUS para Abraão (Gêneses 12: 2 ao 3 13: 15 ao 16), mas não amavam sua riqueza (Provérbio 3: 13 ao 15; Eclesiastes 5: 10). Deus apareceu a Salomão em sonho e perguntou:
– O que queres que eu lhe dê? Salomão poderia ter pedido qualquer outra coisa, mas pediu sabedoria para guiar o povo (1 Reis 3: 5 ao 13). Deus se agradou disso e deu muito mais do que sabedoria a ele. Salomão foi o mais sábio dos reis como também o mais rico de toda história.
Tudo é determinado por DEUS, sua vida, sua salvação (Romanos 8: 29 ao 30; 9: 11 ao 18). Deus já tem seus escolhidos (Efésios 1: 4 ao 5 e 1: 11 Romanos 9: 19 ao 24), sua vontade será cumprida (Isaías 46: 10) e nada nunca saiu e nem sairá do seu controle (Mateus 10: 29). Deus conhece o coração do homem (1 Samuel 16:7 Lucas 9: 46). Deus dá a quem quer e como quer, fez todas as coisas para os seus próprios fins e até o ímpio para o dia mal (Provérbios 16: 1 16: 4). Todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a DEUS (Romanos 8: 28). Somos ricos ou pobres apenas porque Deus determinou assim, mas isso não quer dizer que essa situação não possa mudar, logicamente podemos passar de um estado para o outro em qualquer uma das duas situações, pois somos humanos e não conhecemos o amanhã, nem sabemos o que DEUS preparou para nós. Seus caminhos não são os nossos caminhos e os nossos pensamentos não são seus pensamentos (Isaias 55: 8). Jó na sua tribulação passou do estado de rico para pobre e depois se tornou ainda mais rico.
Temos o exemplo de Salomão que nos mostrou que é melhor pedir sabedoria do que pedir riquezas ou prosperidade financeira. Em Eclesiastes 5: 18 Salomão afirma que a melhor coisa que o homem pode fazer é comer, beber e gozar do fruto do seu suor, pois a vida é curta e ninguém levará nada desse mundo (Timóteo 6: 7). Sei que existem muitos cristãos endividados ou passando necessidades, que estão desesperados, mas devemos orar a DEUS como Jesus nos ensinou, primeiramente devemos adorar o PAI e pedir que seja feita sua vontade (Mateus 6: 9 ao 13). Não é errado pedir o que realmente necessitamos, pedir condições para quitarmos nossas dividas e administrar bem o que temos, mas nem todos oram segundo a vontade de DEUS, por isso não recebem o que pedem (Mateus 6: 5 ao 7). Deus sabe o que precisamos antes de pedirmos (Mateus 6:8).
Sábio é pedir sabedoria e força para vencer as tribulações (Tiago1: 5). O segredo para receber o que pedimos é orar como Jesus ensinou, crendo (Tiago 1: 6) e pedindo como Jesus pediria (Mateus 21: 22). Assim, orando e crendo dessa forma, receberemos tudo o que pedirmos (Mateus 7: 7 ao 8).
Também temos outros exemplos de poder, quando o mesmo não é usado sabiamente, ou é usado para o mal, pode nos levar a pecar e trazer graves conseqüências para nossas vidas. Davi não só cobiçou a mulher de Urias como também cometeu adultério e armou para que Urias fosse morto em batalha (2 Samuel 11: 2 ao 4; 11: 14 ao 17). Davi usou seu poder e autoridade de rei indevidamente nessa ocasião, mas DEUS não o deixou impune, ele sofreu as conseqüências dos seus pecados e foi aperfeiçoado na sua tribulação (2 Samuel 12: 7 ao 15).
Salomão, na sua velhice, deu ouvidos às suas várias esposas estrangeiras e levantou ídolos para que o povo os adorasse (1 Reis 11: 1 ao 13). Depois disso, no decorrer do tempo, surgiram em toda história mais reis idólatras do que reis que temiam ao SENHOR, e o povo de Israel pagou o preço por ter se curvado a outros deuses. O rei Ezequias, por se orgulhar de sua riqueza, apresentou todo o tesouro de Israel a visitantes forasteiros (2 Reis 20: 13), e assim que os mesmos forasteiros se retiraram para retornar de onde vieram surgiu uma profecia que se cumpriu anos depois (2 Reis 20: 14 ao 19): Israel foi destruído, tomado pela a Babilônia e muitos foram levados como escravos (2 Reis 24: 10 ao 17). Jesus disse que é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino de DEUS (Mateus 19: 23 ao 24) ou seja, isso é quase impossível, mas sabemos que tudo é possível para o SENHOR (Mateus 19: 26).
Como disse antes isso não quer dizer que um cristão não possa ser rico ou que isso não seja bom para sua vida, mas quero alertar quanto ao perigo que o dinheiro pode trazer, pois temos corações enganosos que são inclinados ao pecado (Jeremias 17: 9). O pecado sai do coração, está dentro de nós e não fora (Marcos 7: 20 ao 23). A praticidade dos recursos que o dinheiro proporciona pode despertar com mais facilidade o desejo de pecar (Tiago 1: 14 ao 15; Provérbios 4: 23), pois onde estiver seu tesouro estará seu coração, ou seja, seu coração está no que é valioso para você (Lucas 12: 34). Sei que o pobre também é sujeito ao pecado, mas nem tudo está em seu alcance. Não devemos amar tesouros e riquezas passageiras (Lucas 12: 33), (Timóteo 6: 10 ao 11) e sim buscar primeiramente o reino de DEUS (Mateus 6: 33). Também não devemos invejar a prosperidade do ímpio, não desejar riquezas financeiras nos contentando com o que temos e nos apartando do mal (Salmos 37: 7; Tiago 1: 9 ao 11; 1 Timóteo 6: 8; Provérbios 3: 7).
As passagens bíblicas apresentadas acima, juntamente com o Salmo 1: 3, deixam claro qual é a verdadeira prosperidade de um cristão! Acredito que a obra de nossas mãos prospere, no trabalho, nos estudos, que não nos faltará o pão (Salmos 37: 25), que Deus suprirá nossas necessidades e se faltar não quer dizer necessariamente que estamos em pecado. Jó foi injustamente acusado pelos seus amigos de estar sofrendo o castigo de DEUS por ter vivido em pecado. Entretanto ele sempre foi reto e temente a DEUS (Jó 1: 5), nem mesmo pecou e não amaldiçoou a DEUS em sua desgraça. Jó não pediu a Deus que restituísse o que era dele em nenhum momento como alguns cristãos fazem nos dias de hoje, também não orou rejeitando sua aflição dizendo que não aceitava aquela situação, antes se humilhou e atribuiu a sua tribulação a DEUS e não ao diabo (Jó 1: 21 ao 22; 2: 9 ao 10; 13: 15). Será que podemos rejeitar o que venha de DEUS? De forma alguma. Jó foi aperfeiçoado na fraqueza, DEUS foi glorificado através de sua vida e o diabo foi envergonhado. Quando nós cristãos passamos necessidades ou enfrentamos tribulações estamos sendo aperfeiçoados por DEUS e não castigados (Felipenses 4: 11 ao 14; 2ª Coríntios 12: 9), pois nossos pecados já foram perdoados (Isaias 53:11).
Certa vez um amigo cristão me disse que muitos perdem tempo discutindo doutrinas e causando divisões, enquanto há muitas almas para serem salvas. Mas nem sempre isso é uma realidade, acredito que a verdadeira batalha espiritual é combater e desmascarar seitas, heresias e falsas doutrinas através do poder da Palavra. (Efésios 6: 10 ao 13; 1 Tessalonicenses 1: 5) Muitos estão sendo enganados por não conhecerem o evangelho, mas afirmo que devemos ser como o povo de Beréia, eles eram muito educados e ouviram a pregação de Paulo com muito interesse e todos os dias estudavam as Escrituras para saber se o que Paulo dizia era verdade (Atos 17: 11 ao 12). Temos que estar preparados para levar a verdade às pessoas, e não opiniões pessoais (1 Coríntios 2: 4 ao 5), baseados em nossas experiências que não estão de acordo com as Sagradas Escrituras. Devemos analisar todas as coisas (2 tessalonicenses 5: 21). Pregações do seu pastor, aulas na Escola Bíblica, estudos e livros teológicos para não cairmos no mesmo erro. O próprio Jesus nos exorta a examinar as Escrituras em João 5: 39, pois é a Bíblia quem testifica de Jesus Cristo.
Existem três tipos de supostos cristãos dentro das igrejas em geral. O que tem o conhecimento, o Espírito Santo e prega a verdade, tem prazer na santidade e no conhecimento (Salmos 1: 1 ao 3; Gálatas 5: 22; 2 Tessalonicenses 5: 15 ao 26). O sem conhecimento e preguiçoso. Vai à igreja quando quer e prefere colocar outras coisas na frente de DEUS (Tito 1: 16). O Cristão que tem algum conhecimento e o Espírito Santo, mas prefere muitas vezes confiar em sua própria experiência e dar mais crédito a ela do que à Palavra de DEUS (1 Timóteo 6:3 até 6). E o falso cristão que foi levantado pelo diabo para enganar o povo (Mateus 7: 15; 24: 24).
Um cristão sem conhecimento da Bíblia é um cristão incompleto e está sujeito a transmitir a Palavra de DEUS de forma errada, podendo trazer o pecado ao invés de edificação para os irmãos de pouco conhecimento como também para os novos convertidos.
Assim como a teologia da prosperidade existem muitas outras falsas doutrinas que precisam ser combatidas. Não vou citar mais nenhuma outra para não sair do assunto tratado e não alongar mais o texto.
Todo o texto foi baseado na Bíblia (Tito 1: 9), e afirmo novamente: a nossa recompensa é a vida eterna e o salário do pecado é a morte.
O dinheiro pode comprar quase tudo nesse mundo, alguns acreditam que se pode comprar até mesmo felicidade, mas o dinheiro não pode comprar a salvação! (Safonias 1: 18) Ela é gratuita! Basta apenas se arrepender de seus pecados. Aceitar a Jesus Cristo e viver uma nova vida na transformação de um novo homem pregando a Palavra com amor e autoridade assim como Cristo nos designou! (Marcos 13: 10 e 16: 15).
Espero que sua fé seja edificada através desse texto e que todos nós possamos sempre crescer na graça e no conhecimento de no Senhor Jesus Cristo (1 João 3: 18).

Versículos para reflexão do texto.

1 Timóteo 3: 16; 6: 3 ao 10;
Provérbios 4: 5 ao 12;
Gálatas 1: 8-9;
Mateus 10: 16 ao 22;
Colossenses 3: 12 ao 15;
2 Tessalonicenses 5: 14;
Hebreus 12: 5 ao 8 e 13: 1 ao 8;
2 Timóteo 3: 14 e 4: 2 ao 5.

10 perguntas para meditação e reflexão do texto.

Examine-se, pois, o homem a si mesmo.
(1 Coríntios 11: 28; 2 Coríntios 13: 5).

(1-) Existem dois tipos de prosperidades tratadas no texto. Em qual delas você acredita?
(2-) Há três tipos de crentes relatados no texto. Qual deles você se considera?
(3-) Você vai à igreja para adorar a DEUS ou para buscar uma benção?
(4-) Você acha importante combater falsos ensinamentos ou acha que é uma grande perda de tempo enquanto há várias almas para serem salvas?
(5-) Qual tipo de cristão mencionado no texto pode ser salvo? Ou quais? Existe salvação para todos eles?
(6-) O amor às riquezas e aos tesouros pode condenar o homem ao inferno?
(7-) Você acredita que podemos confiar plenamente em nossas experiências?
(8-) O que você acha do ensino bíblico nas igrejas em geral nos dias de hoje? Elas estão corretas em pregar prosperidade?
(-9) Você acha que os pregadores estão deixando de lado o que é realmente importante pregar e estão dando ênfase em coisas superficiais?
(-10) Você mudou sua opinião sobre a teologia da prosperidade?

Obs: Essas perguntas são para reflexão e meditação do texto. Não é necessário me responderem. Sintam - se a vontade para perguntar ou comentar sobre o artigo.
Autor: Silzemar Felício.

Link para os videos de John Piper Legendados.


Teologia da prosperidade


Isto é o sal da terra?